Economia

Desemprego vai a 14,1% na segunda semana de setembro, aponta IBGE

Isolamento social continua a cair, identifica PNAD COVID-19

Pessoas em ponto de ônibus de Belém, PA (Foto: Bruno Cecim/Ag.Pará)
Pessoas em ponto de ônibus de Belém, PA (Foto: Bruno Cecim/Ag.Pará)
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A taxa de desemprego na segunda semana de setembro ficou em 14,1%, o que representa um contingente de 13,5 milhões de brasileiros desocupados. O dado foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira 2, por meio de mais um resultado semanal da PNAD COVID-19.

Na semana anterior, o IBGE havia registrado 13,7% de taxa de desocupação. Há, ainda, um aumento perceptível em relação à primeira semana de maio, quando o índice de desemprego atingia 10,5%.

A taxa de informalidade ficou em 34,3%, estável em relação à semana anterior, mas com recuo frente a maio.

O IBGE também contabiliza a população fora da força de trabalho – aquelas pessoas que não estavam trabalhando nem procurando por trabalho. Essa parcela da população é de 74,6 milhões. Nesse grupo, disseram que gostariam de trabalhar cerca de 26 milhões de pessoas, 34,9% do população fora da força de trabalho.

Impactos da pandemia

O número de pessoas cumprindo isolamento social rigoroso caiu em cerca de 2 milhões da primeira para a segunda semana de setembro, mostra o IBGE.

“O percentual de pessoas que informaram ter ficado rigorosamente em casa caiu significativamente, de 17,7% para 16,7%, enquanto aumentou o percentual daquelas que reduziram o contato mas continuaram saindo para trabalhar ou recebendo visitas”, disse a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira.

No mercado de trabalho, continua a cair o número de trabalhadores que foram afastados devido ao distanciamento social – de 3,4 milhões para cerca de 3 milhões. Já as pessoas que estavam trabalhando de forma remota foram estimadas em 8,2 milhões (cerca de 10,7% da população ocupada e não afastada).

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