Economia

Cenoura dispara 178% e diesel fica 53% mais caro em 12 meses; veja o que mais subiu

Dados do IBGE mostram que a inflação no Brasil segue fora de controle

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes. Foto: Evaristo Sá/AFP
Jair Bolsonaro e Paulo Guedes. Foto: Evaristo Sá/AFP
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A inflação no Brasil segue fora de controle. O IPCA, considerado o instrumento oficial de medição do índice, fechou abril em 1,06%, após uma alta de 1,62% em março, segundo dados do IBGE.

Trata-se da maior variação para um mês de abril em 26 anos (em 1996, chegou a 1,26%). Em 2022, o IPCA acumula elevação de 4,29%. Em 12 meses, o acumulado é de 12,12%, o maior nível para o período de um ano desde outubro de 2003, quando alcançou 13,98%.

Oito dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta, com destaque – sem surpresas – para o de alimentação e bebidas, que disparou 2,06%, seguido pelo de transportes (1,91%).

Confira alguns dos produtos e serviços que mais subiram no acumulado de 12 meses:

  • Cenoura: 178%
  • Tomate: 103%
  • Abobrinha: 103%
  • Melão: 82%
  • Morango: 70%
  • Café moído: 67%
  • Transporte por aplicativo: 67%
  • Batata-inglesa: 63%
  • Repolho: 54%

Merecem destaque ainda as altas do pimentão (51%), da alface (45%), do açúcar refinado (37%), do gás encanado (35%) e do leite longa vida (23%).

Os combustíveis também não param de subir. A gasolina, mais uma vez, representou o maior impacto sobre o IPCA de abril ao disparar 2,48%. Também ficaram mais caros o etanol (8,44%), o óleo diesel (4,74%) e o gás veicular (0,24%).

No acumulado de 12 meses, a gasolina subiu 31,22%, o etanol 42,11% e o diesel 53,58%.

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