Economia

Banco Central não indica nem queda, nem aumento da Selic – mas pede ‘paciência’

O atual patamar da Selic é o maior desde dezembro de 2016

Banco Central não indica nem queda, nem aumento da Selic – mas pede ‘paciência’
Banco Central não indica nem queda, nem aumento da Selic – mas pede ‘paciência’
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

Apesar dos sinais positivos na economia, o Banco Central decidiu manter a taxa básica de juros em 13,75% pela sétima reunião consecutiva. No comunicado, divulgado pelo Conselho de Política Monetária nesta quarta-feira 21, o BC retirou do texto o risco de aumento no atual patamar mas pediu “paciência e serenidade na condução da política monetária”.

A manutenção no índice já era aguardada por analistas do mercado financeiro e pela equipe econômica do governo Lula (PT).

A conjuntura atual, caracterizada por um estágio do processo desinflacionário que tende a ser mais lento e por expectativas de inflação desancoradas, segue demandando cautela e parcimônia“, escreveu o Copom. “Os passos futuros da política monetária dependerão da evolução da dinâmica inflacionária, em especial dos componentes mais sensíveis à política monetária e à atividade econômica”.

O documento ainda ressaltou que a manutenção da Selic no seu atual patamar “tem se mostrado adequada para assegurar a convergência da inflação”.

O Copom costuma se reunir a cada 45 dias para definir a taxa básica. Esta foi a quarta reunião do comitê desde que o petista assumiu a presidência da República. O próximo encontro da diretoria do BC acontecerá em agosto.

O atual patamar da Selic é o maior desde dezembro de 2016. A última vez que o BC alterou o índice foi em agosto de 2022 – quando saiu de 13,25% para o nível em vigor.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo