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O cultivo de múltiplos papéis

Quando não está em Hollywood ou Nova York, o ator Willem Dafoe, de 68 anos, cuida dos animais em seu sítio, nos arredores de Roma

No badalado Pobres Criaturas, de Yorgos Lanthimos, Dafoe dá vida a um cientista genial e recluso, chamado Godwin Baxter – Imagem: Atsushi Nishijima/Searchlight Pictures
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Willem Dafoe está em seu apartamento em Nova York vigiado por duas obras de arte. Atrás dele há uma pintura a óleo de seu pai, adereço criado para um filme que exigia “retratos dinásticos” de sua família. “Gostei muito do meu pai, então ele está aí.” Estamos conversando pelo aplicativo Zoom e ele gira a câmera. “Mas, olhe, melhor ainda! Aqui está o contraponto. Está vendo?” Ao lado dele, há uma grande fotografia da artista Marina Abramović, sua amiga. O motivo da entrevista é o lançamento de Pobres Criaturas, a nova e impressionante aventura de Yorgos Lanthimos.

Dafoe vive um cientista, gênio e recluso, chamado Godwin Baxter – ou apenas God (Deus) – que dá vida a Bella, vivida por Emma Stone. Embora o filme concorra a 11 Oscar, Dafoe ficou de fora da corrida. Mas ele já foi indicado ao prêmio quatro vezes.

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