Cultura

Kondzilla: “Nunca me apoiei em algum discurso de racismo”. Assista

Com mais de mil videoclipes produzidos, Kondzilla embarca agora na Netflix com a série Sintonia, lançada na última sexta-feira 9

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“É muito intenso. Muito forte. Transforma muitas vidas.” É assim que Konrad Dantas, o fundador do Kondzilla, segundo maior canal de música do mundo, define o fenômeno do funk. Aos 30 anos, o artista é um dos principais nomes do audiovisual brasileiro. Popstar, ele ainda gerencia uma produtora, uma gravadora e uma loja virtual de roupas.  

Para Konrad (ou Kondzilla, já que o criador é muitas vezes visto como a própria criatura), o momento vivido pelo Brasil atualmente é o da música urbana, o que possibilitou a expansão do funk, do hip hop, do kuduro, do reggaeton e da cúmbia e outros gêneros que têm origens periféricas. Enxergando o funk como uma neocultura, ele explica que tentativas preconceituosas como projetos de lei de criminalização dos bailes são, na verdade, interesses em barrar movimentos culturais autônomos das periferias brasileiras.

O artista foi um dos convidados a palestrar no Fórum Sim à Igualdade Racial 2019, evento organizado pelo Instituto Identidades do Brasil que promoveu debates entre diversos profissionais negros. Ao mesmo tempo, ele afirma que nunca procurou focar no racismo ou se identificar como uma vítima da opressão. “Nunca me apoiei em algum discurso de racismo, mas a escolha que a gente fez sobre o universo que queremos trabalhar ainda sofre muito preconceito”, disse.

Com mais de mil videoclipes produzidos, Kondzilla embarca agora na Netflix com a série Sintonia, lançada na última sexta-feira 9, que narra a história de três jovens inseridos no mundo do funk e da periferia paulistana.

Assista abaixo à entrevista exclusiva de Kondzilla para CartaCapital:

Marina Lourenço

Marina Lourenço
Estagiária de Jornalismo do site de CartaCapital

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