Cultura

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Escrever e viver a coletividade

Uma casa aberta por Conceição Evaristo na Pequena África, no Rio, insere-se no processo de valorização do espólio intelectual de autoras negras

Marcas. A escritora mineira na cerimônia de instalação do comitê gestor do Cais do Valongo (acima) e à frente do pequeno prédio para onde levou sua biblioteca – Imagem: Redes sociais/Dep. Leandro Grass e Helena Aragão
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Livro sempre foi um objeto de desejo para a escritora mineira Conceição Evaristo. Ao longo da vida, ela foi adquirindo muitos, escrevendo outros e até mesmo virando tema de teses e pesquisas. O acesso ao tal objeto de desejo acabou por gerar outro tipo de inquietação: ver as obras na estante, presas em casa, enquanto poderiam fazer diferença na vida de tantas pessoas.

Mas Conceição é o tipo de gente que, quando fica inquieta, movimenta-se. Aos 76 anos, ela resolveu criar um espaço para “libertar” seus livros para o público e, num futuro próximo, hospedar pesquisadores e oferecer bolsas de criação.

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