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Tarcísio vai a Portugal para palestrar em fórum jurídico, mas diz não saber por que foi convidado

Governador de São Paulo dividiu a bancada com juristas e o ministro da Justiça Flávio Dino

Tarcísio vai a Portugal para palestrar em fórum jurídico, mas diz não saber por que foi convidado
Tarcísio vai a Portugal para palestrar em fórum jurídico, mas diz não saber por que foi convidado
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Foto: Rogério Cassimiro/Governo do Estado de SP
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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que participa do Fórum Jurídico de Lisboa, disse não saber o que faz no evento.

O Congresso Jurídico é um evento anual, que acontece em Portugal e reúne autoridades e juristas para discutir a governança digital. O painel em que participa o governador aborda os riscos para o Estado Democrático e a Defesa da Democracia. A mesa tem o ministro da Justiça Flávio Dino como um dos palestrantes.

Quero agradecer o convite, mas não sei exatamente por que que eu fui convidado para essa mesa, afinal de contas, eu estou no meio de juristas renomados e que vão falar aqui para juristas renomados. Eu sou um mero engenheiro”, disse.

Tarcísio participa do evento na condição de governador de São Paulo, constando a viagem na sua agenda oficial.

Ao debater o tema, Tarcísio apontou que “tenta” estudar mais sobre o Estado Democrático de Direito. Na palestra, classificou que os riscos para a democracia no Brasil são baixos. Ao fazer a avaliação, ele não citou os atos golpistas protagonizado por apoiadores de seu aliado, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Eu sou otimista por natureza e tenho dito o seguinte: a democracia brasileira é forte a vibrante, ela tá revigorada e a gente não não tem grandes riscos”, disse o bolsonarista.

Ele justifica a sua análise pelos mecanismos de controle do poder político determinados pela Constituição Federal. Sobre a polaridade política no Brasil, o governador defende o uso da “energia popular” para promover uma reforma.

“A gente viu um choque de placas tectônicas do nosso País. Choque de placas de opiniões absolutamente divergentes. E esse choque de placa gera muita energia e talvez essa energia não tenha sido completamente dissipada. E aí nós temos uma grande oportunidade. A oportunidade de promover uma reforma política”, destacou.

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