CartaExpressa

Randolfe propõe a incorporação da Rede Sustentabilidade por PT ou PSB

O líder do governo Lula no Congresso ainda não debateu a sugestão com a ministra Marina Silva, principal liderança da sigla

Randolfe propõe a incorporação da Rede Sustentabilidade por PT ou PSB
Randolfe propõe a incorporação da Rede Sustentabilidade por PT ou PSB
O líder do governo no Congresso. Randolfe Rodrigues. Foto: Pedro França/Ag.Senado
Apoie Siga-nos no

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder do governo Lula no Congresso Nacional, defenderá que a Rede Sustentabilidade seja incorporada por um partido maior, como o PT ou o PSB.

O parlamentar declarou, em entrevista ao jornal Valor Econômico, que estimulará “democraticamente” o debate. Segundo ele, a incorporação teria o potencial de “fortalecer o desafio histórico de constituir uma frente ampla”.

“Seria se juntar a outro partido do campo democrático e popular, sendo dois em especial os que têm identidade com essa ideia: o PT, que é o maior partido de centro-esquerda da América Latina e do qual vários de nós, como eu e a própria Marina, viemos; ou com o PSB, com quem estivemos juntos na chapa de Eduardo Campos e Marina”, defendeu.

Randolfe declarou não ter dialogado com a ministra do Meio Ambiente e principal liderança da Rede, Marina Silva, sobre a incorporação e acrescentou que alguns de seus correligionários “não simpatizaram com a ideia”, enquanto “outros vários têm simpatia”.

“Pode ser que a ampla maioria diga que não, que não é producente, que é melhor tentarmos sobreviver com a parca estrutura que hoje temos”, prosseguiu. “Pode ter nuances diferentes de como seguir. Minha decisão individual só ocorrerá após exaurir esse debate.”

A federação Rede/PSOL iniciará a próxima legislatura, em 1º de fevereiro, com 14 deputados federais e um senador.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo