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Partidos chegam a acordo e programa de governo de Lula deve ser apresentado na semana que vem

Ao todo, foram analisadas 124 emendas ao texto-base divulgado na última semana; um novo documento deve ser elaborado ao longo dos próximos dias

Lula e Alckmin na reunião da coordenação-geral do movimento Vamos Juntos pelo Brasil. Foto: Ricardo Stuckert
Lula e Alckmin na reunião da coordenação-geral do movimento Vamos Juntos pelo Brasil. Foto: Ricardo Stuckert
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Os sete partidos que integram a coligação que deve lançar a chapa Lula-Alckmin nas eleições deste ano chegaram a um acordo sobre o novo programa de governo, anunciou Aloizio Mercadante, coordenador do plano de propostas, em nota divulgada nesta terça-feira 14.

De acordo com o ex-ministro, PT, PCdoB, PV, PSB, PSOL, Rede e Solidariedade analisaram 124 emendas apensadas ao texto-base original, apresentado na semana passada. As diretrizes originais, que tratavam da revogação das reformas à revisão do papel das Forças Armadas, chegaram a causar certa polêmica por setores que integram a composição em torno do ex-presidente.

Segundo anunciou Mercadante, um novo texto-base será produzido ainda esta semana, apresentado a Lula (PT) e a Geraldo Alckmin (PSB) e então levado ao público na semana que vem em ato programado para ocorrer em São Paulo.

“A expectativa é que o texto de diretrizes programáticas seja lançado na semana que vem, em São Paulo, em um evento com a presença de Lula, Alckmin, presidentes de partidos, intelectuais, representantes da sociedade civil, movimentos sociais, centrais sindicais e ambientalistas”, explicou o ex-ministro em nota.

“Concluído o documento de diretrizes programáticas, iniciaremos a nova etapa de construção do Programa de Governo”, completou Mercadante no texto, que conta com as assinaturas de representantes das sete siglas da coligação.

No evento, espera-se ainda que ocorra o lançamento de uma plataforma virtual para receber sugestões que poderão entrar no programa de governo. A ação online deve durar um mês, mas seguirá aberta para que contribuições sejam feitas durante um eventual novo governo. A intenção, como destacou CartaCapital, será também usar a plataforma para realizar debates, promover mesas de diálogo e apresentar seminários de forma virtual.

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