CartaExpressa

Pai de Janja morre em Curitiba

José Clóvis da Silva tinha 83 anos e era comerciante aposentado; a primeira-dama já havia perdido a mãe em decorrência da Covid-19

Créditos: EBC
Apoie Siga-nos no

Morreu na madrugada desta quinta-feira 11, aos 83 anos, José Clóvis da Silva, o pai da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja.

José era comerciante aposentado e morava na cidade de Curitiba. A morte ocorreu no Hospital Evangélico Mackenzie. A causa da morte apontada pela família é falência múltipla dos órgãos.

Antes de se mudar para Curitiba, o comerciante viveu em União da Vitória, cidade que faz divisa entre o Paraná e Santa Catarina. Foi lá que nasceu a primeira-dama, a mais nova de seus dois filhos.

Com Janja ainda criança, por volta dos 10 anos de idade, Clóvis da Silva e a família se mudaram para Curitiba, onde ele seguiu sendo comerciante até a aposentadoria.

O presidente Lula (PT) divulgou nota de pesar sobre o falecimento:

“Em respeito a seu Clovis, a Janja e à família, peço que respeitem a privacidade deste momento”, escreve Lula em um curto texto de confirmação do falecimento.

Janja, por sua vez, ainda não comentou publicamente a morte do pai.

Em 2020, Janja perdeu também a mãe, Vani Terezinha da Silva, conhecida como Têre, em decorrência da Covid-19. Clóvis e Têre foram casados até os anos 1990. Ela morava com a filha e o presidente Lula em São Bernardo do Campo, quando faleceu. 

ENTENDA MAIS SOBRE: , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Relacionadas

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Os Brasis divididos pelo bolsonarismo vivem, pensam e se informam em universos paralelos. A vitória de Lula nos dá, finalmente, perspectivas de retomada da vida em um país minimamente normal. Essa reconstrução, porém, será difícil e demorada. E seu apoio, leitor, é ainda mais fundamental.

Portanto, se você é daqueles brasileiros que ainda valorizam e acreditam no bom jornalismo, ajude CartaCapital a seguir lutando. Contribua com o quanto puder.

Quero apoiar