CartaExpressa
Metrô em São Paulo terá homenagem a vítima de ataque em escola
Professora Elisabeth Tenreiro morreu aos 71 anos após um atentado com faca
O governo do estado de São Paulo anunciou a alteração do nome de uma das estações de metrô da capital para homenagear a professora Elisabeth Tenreiro, vítima do ataque à Escola Estadual Thomazia Montoro, em março.
A Estação Vila Sônia, da Linha 4 – Amarela do Metrô, passará a se chamar Estação Vila Sônia Professora Elisabeth Tenreiro. A concessionária responsável pela linha, ainda deve implementar a identificação visual nos próximos dias.
A homenagem à professora, que morreu aos 71 anos, decorre de um abaixo-assinado entregue ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) por um aluno e representante do Grêmio Estudantil. O documento também teve a assinatura de autoridades do governo.
O autor do atentado, um menino de 13 anos, foi detido pela Polícia Militar. Uma semana depois, a corporação disse ter identificado 279 planos de possíveis ataques a escolas no estado.
Na terça-feira 18, o governo federal deve se reunir com governadores, prefeitos e representantes do Judiciário e do Legislativo para discutir ações contra a violência às escolas. O último episódio ocorreu na quarta-feira 11, no interior do Ceará, quando um aluno deixou duas colegas feridas com uma machadinha.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Governo Lula dá 72 horas para redes sociais apresentarem medidas contra violência nas escolas
Por CartaCapital
Armar as escolas para conter a escalada de violência é um tiro no pé
Por Luana Tolentino


