CartaExpressa

Lula lança plano de incentivo à indústria brasileira na Saúde

Programa terá o investimento de 42 bilhões de reais até 2026 e expandirá a produção nacional de itens prioritários no SUS

Brasília (DF) 25/09/2023 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversa com jornalistas sobre a cirurgia que irá fazer no quadril na próxima sexta feira (29), após encontro com primeiro-Ministro do Vietnã, Pham Minh Chinh, no Palácio do Itamaraty Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

O presidente Lula (PT) lançou, nesta terça-feira 26, a Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, um plano para alavancar a reindustrialização do País.

O projeto prevê o investimento de 42 bilhões de reais para a produção nacional de itens prioritários no SUS e para reduzir a dependência do Brasil de insumos, medicamentos, vacinas e outros produtos estrangeiros.

“O Brasil, hoje, importa 20 bilhões das coisas que nós utilizamos na Saúde. Se a gente tiver uma indústria produzindo isso ativamente, e a gente tem uma capacidade de consumo extraordinária por causa do SUS, a gente vai desenvolver o Brasil, desenvolver a indústria, gerar emprego de qualidade e atender a demanda interna”, disse Lula.

A estratégia prevê investimentos em laboratórios públicos, na Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia, na melhoria do atendimento no SUS e no aumento da capacidade de produção de vacinas.

Atualmente, o setor da Saúde representa 10% do Produto Interno Bruto, garante a geração de 20 milhões de empregos diretos e indiretos e responde por um terço das pesquisas científicas no País.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Relacionadas

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.