CartaExpressa

Janones rebate críticas sobre honraria concedida a Janja em Portugal

O parlamentar respondeu à publicação do deputado André Ventura, líder do Chega, um partido da extrema-direita, que chamou a entrega da honraria de “idiotice e subserviência”

Foto: Ricardo Stuckert
Apoie Siga-nos no

O deputado federal André Janones (Avante-MG) rebateu as críticas feitas por André Ventura, um dos líderes da extrema direita em Portugal, à primeira-dama Rosângela Silva, a Janja, por uma honraria recebida do governo português.

Janja foi condecorada com a Grande Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique, medalha concedida a pessoas que tenham contribuído para a expansão da cultura portuguesa. A entrega da insígnia aconteceu no último sábado 22 e foi alvo de críticas de parlamentares da extrema-direita no país.

Nas redes sociais, Janones reagiu a uma postagem de Ventura, na qual ele chama a concessão da medalha de “idiotice e subserviência”. Em resposta, o parlamentar brasileiro relembrou os séculos de exploração portuguesa e disse que a primeira-dama recebeu a honraria “em nome do povo brasileiro”.

Fica tranquilo, a gente tem crédito pra milhões de medalhas como essa, e a @JanjaLula recebeu-a, em nome do povo brasileiro explorado por séculos. Até o dente de ouro dessa sua boca podre, deve ter saído daqui!”, escreveu. 

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Relacionadas

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Contribua com o quanto puder.

Quero apoiar