CartaExpressa

Guedes: ‘Tem mais iPhone no Brasil que população. Os brasileiros têm um ou dois’

O ministro da Economia participou da cerimônia de apresentação do Plano Nacional de Fertilizantes, em Brasília

Guedes: ‘Tem mais iPhone no Brasil que população. Os brasileiros têm um ou dois’
Guedes: ‘Tem mais iPhone no Brasil que população. Os brasileiros têm um ou dois’
O ministro da Economia, Paulo Guedes. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a fazer declarações sem apresentar argumentos ou dados a sustentá-las. Nesta sexta-feira 11, alegou, durante evento no Palácio do Planalto, que “tem mais iPhones no Brasil que população”.

“Os brasileiros têm um, dois iPhones, às vezes. Então, nós já somos um País de profundidade digital. A pandemia nos jogou mais rápido ainda em direção a esse futuro”, alegou Guedes.

Ele participou da cerimônia de apresentação do Plano Nacional de Fertilizantes, que estão no centro das consequências econômicas da guerra na Ucrânia.

“Da mesma forma, estávamos trabalhando em toda essa matriz de aprofundamento da cadeia produtiva em direção aos fertilizantes. O que essa guerra faz é nos jogar também mais aceleradamente em direção ao futuro”, emendou o ministro bolsonarista.

Sobre o plano lançado nesta sexta, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse não se tratar de uma medida para tornar o Brasil autossuficiente em fertilizantes. Segundo ela, o País chegará a 2050, ano apresentado como limite para concluir as ações anunciadas, ainda dependente da importação dos insumos para o agronegócio.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo