CartaExpressa

Governo zera imposto de importação sobre seis produtos industriais; veja a lista

Os tributos variavam de 12% a 16%, segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Foto: Evaristo Sá/AFP
Apoie Siga-nos no

A Câmara de Comércio Exterior decidiu zerar, a partir desta sexta-feira 10, o imposto de importação a incidir sobre dois tipos de folhas de aço e dois modelos de chapas de alumínio, além de aparelhos para medir a pressão sanguínea e antenas para radar.

A informação foi divulgada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), também ministro da Indústria e do Comércio Exterior. Segundo ele, a redução é “temporária”.

“Ao zerar o imposto de importação, que variavam entre 12 e 16%, o ministério confere à indústria uma economia para a aquisição desses itens – em especial indústrias que produzem itens de alto valor agregado, além de produtos médicos – e beneficia diretamente o consumidor final”, escreveu Alckmin.

A Camex é vinculada à pasta comandada pelo vice-presidente.

Confira a lista dos itens desonerados:

  • Folha de aço com espessura de 0,20 mm e largura de 833 mm, apresentada em bobinas;
  • Folha de aço não ligado (sem elementos químicos de liga);
  • Chapa de alumínio de forma quadrada, com espessura igual ou superior a 6,00 mm, assim como aquelas com espessura inferior ou igual a 6,35 mm. A largura e comprimento precisam ser igual a 2560 mm;
  • Chapa de alumínio apresentada em rolos, de espessura igual ou superior a 0,7 mm, além daquelas com espessura inferior ou igual a 0,75 mm. A largura deve ser de 2.600 mm;
  • Antena parabólica rotativa para controle do tráfego aéreo de aeroportos e de vigilância de rotas aéreas
  • Aparelho portátil digital de pulso, utilizado para medir a pressão sanguínea e a pulsação.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Relacionadas

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Contribua com o quanto puder.

Quero apoiar