CartaExpressa

Em meio a protestos, Itamaraty desaconselha visitas a Machu Picchu, no Peru

Moradores locais se manifestam desde a quinta-feira 25 contra a decisão do governo de privatizar a venda de ingressos ao parque

Machu Picchu, maravilha que colocou o Peru no mapa turístico. Foto: ERNESTO BENAVIDES/AFP
Apoie Siga-nos no

O Itamaraty recomendou que turistas brasileiros evitem o deslocamento até Machu Picchu, no Peru, em meio a greves e manifestações.

Moradores protestam desde a quinta-feira 25 contra a decisão do governo local de privatizar a venda de ingressos ao parque. Com a mobilização, o serviço de trem, principal meio de transporte na área, está suspenso desde a sexta 26.

“A Embaixada orienta turistas brasileiros no Peru a não tentarem ingressar no distrito de Machu Picchu até que esteja superado o contexto de greves e protestos. Visitas ao local devem ser evitadas inclusive com respeito a vias de acesso alternativas (caminhadas/trilhas”, diz o Itamaraty em um comunicado divulgado nesta terça 30.

A pasta também recomenda que turistas que estejam no distrito de Aguas Calientes, próximo a Machu Picchu, evitem deslocamentos desnecessários e procurem a IPERÙ, entidade do governo peruano responsável pelo apoio ao turismo.

“Para além de seu canal de atendimento por Whatsapp (+51 944 492 314), a IPERÚ circulou formulário de cadastro para turistas que estejam retidos na região (https://forms.gle/vXf1U7sJC8CqqagG8), a fim de facilitar sua eventual evacuação”, completa o Itamaraty.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Relacionadas

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Os Brasis divididos pelo bolsonarismo vivem, pensam e se informam em universos paralelos. A vitória de Lula nos dá, finalmente, perspectivas de retomada da vida em um país minimamente normal. Essa reconstrução, porém, será difícil e demorada. E seu apoio, leitor, é ainda mais fundamental.

Portanto, se você é daqueles brasileiros que ainda valorizam e acreditam no bom jornalismo, ajude CartaCapital a seguir lutando. Contribua com o quanto puder.

Quero apoiar