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Defesa e Justiça querem acompanhar todos os testes finais das urnas, diz Anderson Torres

Pouco antes, o ministro da Defesa, Paulo Sergio Nogueira de Oliveira, afirmou ao TSE que as Forças Armadas não se sentem ‘prestigiadas’

Jair Bolsonaro e Anderson Torres. Foto: Marcos Corrêa/PR
Jair Bolsonaro e Anderson Torres. Foto: Marcos Corrêa/PR
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O ministro da Justiça, Anderson Torres, afirmou nesta sexta-feira 10 que as pastas da Defesa e da Justiça querem acompanhar, por meio das Forças Armadas e da Polícia Federal, todos os testes finais das urnas para as eleições de outubro.

“É agora, nesses testes finais, que a PF e as Forças Armadas e demais instituições vão dizer ‘isso aqui foi visto’, ‘isso não foi visto’, ‘isso precisa ser melhorado'”, disse Torres a jornalistas, em Los Angeles, onde participou da Cúpula das Américas. “Enfim, agora é a reta final, é o momento de o Estado brasileiro e a população brasileira prestarem atenção em tudo o que vai acontecer nas eleições.”

Em documento enviado ao Tribunal Superior Eleitoral nesta sexta, o ministro da Defesa, o general Paulo Sergio Nogueira de Oliveira, afirma que as Forças Armadas encaminharam sete propostas à Comissão de Transparências das Eleições, criada pelo TSE. Reclama, porém, que “ainda não foi possível concretizar a discussão técnica”. E emenda: “Até o momento, reitero, as Forças Armadas não se sentem devidamente prestigiadas por atenderem ao honroso convite do TSE para integrar a CTE”.

Após o ofício da Defesa, Torres afirmou ter como objetivo “eleições limpas e transparentes”. Também declarou que “quanto mais pública a apuração (das eleições), melhor para o Brasil, para a nossa democracia”.

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