CartaExpressa

CPI convoca Ernesto Araújo e Fábio Wajngarten; veja as datas

Também serão ouvidos representantes do Instituto Butantan, da Fiocruz e da Pfizer

CPI convoca Ernesto Araújo e Fábio Wajngarten; veja as datas
CPI convoca Ernesto Araújo e Fábio Wajngarten; veja as datas
O ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

A CPI da Covid aprovou nesta quarta-feira 5 as convocações do ex-secretário de Comunicação da Presidência Fábio Wajngarten e do ex-chanceler Ernesto Araújo. Os senadores ainda avalizaram os depoimentos do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e da presidenta da Fiocruz, Nísia Trindade.

Após a sessão em que a CPI ouviu o ex-ministro da Saúde Nelson Teich, o presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), divulgou as datas das novas audiências.

Na terça-feira 11, serão ouvidos Wajngarten e representantes da farmacêutica norte-americana Pfizer. Na quarta-feira 12, será a vez de Covas e Trindade. Um dia depois, os senadores receberão Ernesto Araújo e Fernando de Castro, representante da União Química.

No caso de Wajngarten, os parlamentares esperam obter esclarecimentos sobre as negociações com a Pfizer para a compra de vacinas. Em recente entrevista à revista Veja, o ex-secretário apontou “incompetência” do Ministério da Saúde nas tratativas.

Nesta quinta-feira 6, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Antonio Barras Torres, prestarão depoimento à CPI.

O ex-ministro Eduardo Pazuello seria ouvido nesta quarta, mas o general alegou ter contato com pessoas que testaram positivo para a Covid-19. Por isso, seu depoimento foi remarcado para o dia 19.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo