CartaExpressa

Coordenador do MST defende a participação do PSDB em ato pelo impeachment de Bolsonaro

O coordenador nacional do Movimento dos Sem Terra, João Pedro Stedile, defendeu a presença do PSDB nos atos pelo impeachment de Jair Bolsonaro programados para 2 de outubro. Em 15 de setembro, partidos de oposição com representação na Câmara dos Deputados aprovaram a unificação da […]

Coordenador do MST defende a participação do PSDB em ato pelo impeachment de Bolsonaro
Coordenador do MST defende a participação do PSDB em ato pelo impeachment de Bolsonaro
João Pedro Stedile, coordenador do MST. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

O coordenador nacional do Movimento dos Sem Terra, João Pedro Stedile, defendeu a presença do PSDB nos atos pelo impeachment de Jair Bolsonaro programados para 2 de outubro.

Em 15 de setembro, partidos de oposição com representação na Câmara dos Deputados aprovaram a unificação da manifestação. A decisão foi anunciada por PT, PSOL, PCdoB, PDT, PSB, PV, Rede, Solidariedade e Cidadania.

“Convoco a todos/as que puderem participarem das mobilizações dia 2 de outubro, em todo Brasil Fora Bolsonaro! Pelos direitos à vida de todo povo brasileiro! E espero que a turma dos tucanos também participe”, escreveu Stedile nas redes sociais.

O protesto de outubro já constava do calendário da campanha nacional Fora, Bolsonaro, composta por partidos, centrais sindicais e movimentos sociais como as frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular.

“A convocação de mobilizações amplas para os dias 2 de outubro e 15 de novembro inicia uma nova etapa na luta pelo impeachment de Bolsonaro. Não temos mais tempo a perder se quisermos que o genocida deixe o poder. A hora é agora”, disse a CartaCapital neste mês o presidente do PSOL, Juliano Medeiros.

s

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo