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‘Conclusão: Moro fraudou a eleição de 2018’, diz Haddad; veja reações ao julgamento no STF

Para a presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, a ‘maioria do STF fez justiça’

O ex-juiz Sergio Moro e o presidente Jair Bolsonaro. Foto: EVARISTO SÁ/AFP
O ex-juiz Sergio Moro e o presidente Jair Bolsonaro. Foto: EVARISTO SÁ/AFP
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Lideranças do Partido dos Trabalhadores celebraram nesta quinta-feira 22 a maioria formada pelo Supremo Tribunal Federal para confirmar a decisão, tomada pela Segunda Turma da Corte no mês passado, que reconheceu a parcialidade do ex-juiz Sergio Moro contra o ex-presidente Lula no caso do triplex do Guarujá.

Para o ex-prefeito de São Paulo e candidato do PT à Presidência em 2018, Fernando Haddad, a “conclusão é de que Moro fraudou” o pleito, ao pavimentar o caminho para que Lula fosse retirado da disputa contra Jair Bolsonaro.

A presidenta nacional da sigla, Gleisi Hoffmann, escreveu nas redes sociais que “maioria do STF fez justiça”.

“Moro foi juiz suspeito, Lula é inocente das acusações e tem direitos políticos plenos. Valeram cinco anos de luta! Que nunca mais o Judiciário volte a ser manipulado para perseguição política. Nunca mais uma eleição se decida pela cassação ilegal de um candidato”, comemorou Gleisi.

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Bohn Gass (RS), também se manifestou. “Não foi o Lula quem venceu hoje: foi a verdade”, escreveu.

Para o senador Jean Paul Prattes (PT-RN), líder da Minoria na Casa, trata-se de uma “vitória da democracia”.

“STF confirma suspeição de Moro no julgamento político que levou nosso presidente Lula a permanecer preso injustamente por 580 dias. Que fique registrado na história do Brasil a saga de um ex-juiz e ex-ministro para tentar calar a voz de todo um povo”, publicou nas redes sociais.

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