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Bolsonaro tem 10 dias para depor à PF sobre vazamento de inquérito sigiloso

O ex-capitão publicou documentos sigilosos nas redes e usou conteúdo de investigação para disseminar informações falsas sobre as eleições

Live de Bolsonaro transmitida pela TV Brasil. Foto: Reprodução

Foto: Reprodução
Live de Bolsonaro transmitida pela TV Brasil. Foto: Reprodução Foto: Reprodução
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, prorrogou até 28 de janeiro o prazo para o presidente Jair Bolsonaro depor à Polícia Federal no inquérito que apura o vazamento de uma investigação sigilosa sobre um ataque hacker ao Tribunal Superior Eleitoral.

Bolsonaro publicou, em agosto de 2021, documentos sigilosos nas redes sociais e usou o conteúdo da investigação para disseminar informações falsas e colocar em xeque a segurança das urnas eletrônicas. O ex-capitão contou com a participação do deputado federal Filipe Barros (PSL-PR) para acessar e divulgar o material.

Ainda em agosto, Moraes autorizou a abertura de um inquérito para apurar o vazamento.

A investigação busca compreender o papel de Bolsonaro no vazamento das informações. Barros, ao prestar depoimento à PF, disse que o caso não estava sob sigilo e que teve acesso aos documentos por ter sido relator da comissão do voto impresso na Câmara dos Deputados.

No ano passado, o inquérito espalhado nas redes ampliou a tensão entre o presidente e ministros do STF, em especial Moraes e Luís Roberto Barroso. O episódio também precedeu o ápice dos conflitos, em 7 de setembro, quando Bolsonaro ameaçou não cumprir decisões do tribunal. Dias depois, divulgou uma carta escrita por Michel Temer e assinada por ele em que recuava das ameaças.

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