CartaExpressa

Após declaração de presidente, servidores da Funai pedem retratação pública e anunciam paralisação de 24h

Servidores exigem ainda a medidas imediatas de apoio à equipe de investigação do desaparecimento de Dom Phillips e Bruno Pereira

Após declaração de presidente, servidores da Funai pedem retratação pública e anunciam paralisação de 24h
Após declaração de presidente, servidores da Funai pedem retratação pública e anunciam paralisação de 24h
O indigenista Bruno Pereira à esquerda e o jornalista Dom Phillips à direita - Foto: Reprodução/Redes Sociais e Marcos Corrêa/PR
Apoie Siga-nos no

Depois de dois dias de assembleia unificada, os servidores da Fundação Nacional do Índio (Funai), em Brasília, aprovaram uma greve de 24h. O motivo foram as declarações do presidente da entidadeMarcelo Xavier, que acusa o jornalista Dom Phillips e o indigenista Bruno Pereira de estar em áreas não autorizadas na Amazônia.

Em carta, os servidores pedem a retratação pública de Xavier e o envio imediato de forças tarefas para proteger e auxiliar as equipes do Alto Solimões e Vale do Javari, que investigam o desaparecimento. O prazo para resposta a essas solicitações, é esta segunda-feira 13, até às 18h. Até o momento da publicação, sem resposta. 

“Ressalta-se que se passam mais de uma semana desde o desaparecimento do servidor Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips e tais medidas urgentes não foram sequer iniciadas”, destacam.

Caso não sejam atendidas, os sindicatos começam a greve nesta terça-feira às 9h e seguem com atos em frente ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. A carta, enviada por e-mail ao presidente, é assinada pela Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal, o Sindicato dos Servidores Públicos no Distrito Federal, os Indigenistas Associados e a Associação Nacional dos Servidores da Funai. 

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo