CartaExpressa
‘Acredito no diálogo’, diz Alckmin sobre resistência à reoneração da folha
Em coletiva de imprensa, o vice-presidente comentou o descontentamento do Congresso com a MP da reoneração da folha de pagamentos
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), disse neste domingo 31, que acredita no diálogo para que a Medida Provisória da reoneração da folha de pagamentos seja aprovada pelo Congresso Nacional.
“Acredito no diálogo. Lula é o presidente do diálogo. Não é fácil resolver dois problemas de uma vez, como arcabouço e reforma [tributária]”, disse Alckmin, em coletiva de imprensa.
A MP publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira 29, prevê uma reoneração gradual a partir de 1º de abril de 2024 para 17 setores da economia.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), no entanto, declarou ver com ‘estranheza’ o pacote de medidas anunciado pelo ministro Fernando Haddad, e que não sabe se colocará o texto em tramitação ou se devolverá o documento ao governo federal.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Pacheco reage ao pacote de medidas de Haddad para buscar déficit zero: ‘Estranheza’
Por CartaCapital
Governo publica MP com medidas para buscar déficit zero em 2024
Por Agência Brasil
Haddad anuncia medidas para equilibrar contas públicas e atingir “déficit zero”
Por CartaCapital


