Política
Sindicato escolar diz que apenas ‘esquerdopatas’ aderiram à greve
Sieeesp ainda recomendou que o dia de paralisação seja descontado dos salários
O Sieeesp (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo), que representa as escolas particulares, minimizou a adesão de escolas privadas à Greve Nacional da Educação.
No texto, o presidente do sindicato, Benjamin Ribeiro, atribuiu o apoio das particulares a “apenas algumas escolas dominadas por esquerdopatas que só querem o pior para o País”. E recomendou que o dia seja descontado da folha de pagamento.
“Existem 10 mil escolas no Estado todo e são apenas algumas, não mais do que 25, 30, que estão dizendo que vão parar, um número pouco representativo diante do total das escolas”, completou.
A data, programada inicialmente como um dia de paralisação contra a reforma da Previdência, englobou a pauta da educação após os cortes promovidos pelo MEC em universidade e institutos federais. A proposta foi encaminhada pela CNTE, entidade nacional dos trabalhadores em Educação Básica da rede pública e, em seguida, pela Contee, a confederação nacional dos trabalhadores na rede privada.
O Sinpro, que representa os professores das escolas particulares em São Paulo, orientou pela adesão à greve. Trinta e cinco escolas confirmaram paralisação.
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