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Governo colombiano retira proposta de assembleia constituinte após derrota eleitoral
Em fim de mandato, presidente Gustavo Petro defendeu fortemente a assembleia constituinte para evitar os bloqueios do Congresso às suas reformas sociais e econômicas
O governo colombiano retirou, nesta quinta-feira (4), a proposta de promover uma assembleia nacional constituinte para incluir reformas sociais e anticorrupção na Carta Magna, após o resultado da esquerda no primeiro turno presidencial.
Em fim de mandato, o presidente Gustavo Petro, defendeu fortemente a assembleia constituinte para evitar os bloqueios do Congresso às suas reformas sociais e econômicas. A proposta foi muito criticada pela oposição, que o acusou de querer modificar a Constituição para permitir e buscar a reeleição.
“A decisão eleitoral refletida nas últimas eleições (…) não permite a convocação da constituinte”, escreveu Petro, o primeiro presidente de esquerda da história do país, na rede social X.
A decisão surge em meio à campanha presidencial, depois que o afilhado político de Petro, o popular senador Iván Cepeda, ter ficado por pouco atrás do candidato de extrema direita Abelardo de la Espriella no primeiro turno presidencial.
Ambos se enfrentarão em um segundo turno no dia 21 de junho, no qual De la Espriella leva vantagem, segundo as pesquisas.
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