Justiça

As ações da Polícia Militar para impedir protestos na Papudinha

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre no local a pena de 27 anos de prisão pela trama golpista

As ações da Polícia Militar para impedir protestos na Papudinha
As ações da Polícia Militar para impedir protestos na Papudinha
Divulgação dos candidatos habilitados para a correção da redação estava prevista para a próxima segunda-feira 4. Foto: Facebook/Polícia Militar do Distrito Federal
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A Polícia Militar do Distrito Federal detalhou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, as ações realizadas para evitar protestos nos arredores da Papudinha, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre uma pena de 27 anos e três meses de prisão por liderar a tentativa de golpe de Estado.

O comandante do 19º Batalhão de Polícia Militar, Allenson Nascimento Lopes, informou ao ministro que em 21 de janeiro os agentes retiraram estruturas irregulares na entrada do complexo penitenciário.

A equipe policial iniciou, então, monitoramento 24 horas por dia para evitar novas aglomerações, com 14 viaturas e um efetivo de 60 agentes.

Os policiais estabeleceram um ponto fixo de bloqueio para fiscalizar e controlar a circulação de pessoas e veículos nas redondezas. Desde então, não identificaram manifestações em frente à Papudinha. O comandante acrescentou que o policiamento permanece no local e nas imediações do presídio, com vigilância contínua.

Na semana passada, apoiadores de Bolsonaro instalaram faixas e barracas nas redondezas da Papudinha. Em paralelo, ocorria a “caminhada pela paz”, promovida pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), com destino a Brasília.

Com receio de repetição do que ocorreu em 8 de Janeiro de 2023, Moraes determinou que a PM-DF retirasse os manifestantes próximos ao presídio e fizesse o patrulhamento.

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