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Em pronunciamento, Margareth Menezes lembra cortes de Bolsonaro e celebra investimentos
A ministra lembrou que a economia criativa representa mais de 3% do Produto Interno Bruto do país e emprega mais de 7,5 milhões de pessoas
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, realizou um pronunciamento em rede nacional na noite desta segunda-feira 4 e celebrou a recriação do ministério e os avanços no investimento para o setor.
Margareth ainda criticou a forma como o governo de Jair Bolsonaro (PL) lidou com a cultura. “Vocês se lembram o quanto a cultura foi maltratada pelo governo anterior. Acabaram com o Ministério, cortaram verbas, sucatearam o setor“, disse.
O discurso é na véspera do Dia Nacional da Cultura, comemorado nesta terça-feira 5. Segundo a ministra, o governo Lula (PT) está promovendo o ‘maior investimento da história’ na Cultura. “Agora estamos implementando a Política Nacional Aldir Blanc de Incentivo à Cultura, que é a maior política cultural da história do Brasil. Um investimento direto e contínuo de R$ 15 bilhões, até 2027, para estados e municípios”, afirmou.
Em seu discurso, a ministra celebrou a regulamentação do Sistema Nacional de Cultura, conhecido com ‘SUS da Cultura’. Ainda segundo Margareth, a indústria do audiovisual é uma das prioridades da pasta.
“Junto ao Congresso Nacional, retomamos a Cota de Tela e estamos trabalhando para a aprovação da regulamentação do vídeo por demanda. Queremos que o talento brasileiro esteja em todas as telas”, explicou.
Margareth salientou ainda que a economia criativa representa mais de 3% do Produto Interno Bruto do país e emprega mais de 7,5 milhões de pessoas. “É na cultura que mora a alma do povo, o encantamento da vida, a liberdade de pensamento e a prática da cidadania. É também na cultura que o Brasil encontra espaço para crescer com geração de emprego e renda, justiça social e sustentabilidade ambiental”, afirmou.
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