Política
Cármen Lúcia celebra tranquilidade na votação do segundo turno
Presidente do TSE fez um balanço da manhã eleições nos 51 municípios que escolhem prefeitos neste domingo
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, afirmou que a primeira metade do dia de votação no segundo turno das eleições municipais transcorre com tranquilidade. Por todo o País, 51 municípios voltam às urnas neste domingo 27 para eleger prefeitos e prefeitas.
Horas depois de votar em Belo Horizonte (MG), seu domicílio eleitoral, a ministra voou para Brasília, onde se reuniu com integrantes do TSE para receber os dados atualizados sobre a votação. Em breve pronunciamento a jornalistas, ela garantiu que não há grandes problemas.
“A notícia que eu tenho, conversando com quase todos os presidentes de Tribunais Regionais Eleitorais: as eleições seguem com muita tranquilidade. Não houve intercorrências fora do que era previsto. Número de urnas devidamente distribuídas e em andamento no trabalho sem nenhum tipo de dificuldade”, garantiu.
Segundo o boletim mais recente da Polícia Federal, 15 pessoas haviam sido presas na manhã de votação deste segundo turno por crimes eleitorais.
No pronunciamento, a ministra celebrou que não tenha havido grandes problemas logísticos. A própria capital mineira, por exemplo, teve fortes chuvas durante a noite de sábado e madrugada de domingo, mas o tempo melhorou pela manhã.
Cármen Lúcia fez um apelo aos eleitores para tentar diminuir os índices de abstenção, que geralmente são mais altos quando há segundo turno, especialmente por parte de quem votou em candidatos que não chegaram à rodada final.
“Democracia é saber que o candidato da sua preferência foi eleito ou que eventualmente não foi seu candidato ou candidata que foi eleita. Isso não afasta a responsabilidade cívica que todos temos com cada um de nós e com os outros”, apontou a ministra, que prometeu coordenar um trabalho interno no TSE para fazer com que menos pessoas deixem de votar nos próximos ciclos eleitorais. O objetivo é identificar as causas que levam as pessoas a se afastarem das urnas.
“Vamos, depois que terminar as eleições, pesquisar quais os locais, quais as pessoas, eleitoras e eleitores que mais compareceram. Fazemos apresentação do número pela média nacional, mas a causa não haverá de ser igual”, destacou.
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