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EUA lançarão ajuda humanitária sobre a Faixa de Gaza, diz Biden

Os habitantes do território palestino sofrem com a grave escassez de alimentos, água e medicamentos

EUA lançarão ajuda humanitária sobre a Faixa de Gaza, diz Biden
EUA lançarão ajuda humanitária sobre a Faixa de Gaza, diz Biden
Prédios destruídos na Faixa de Gaza, em registro de 29 de fevereiro de 2024. Foto: Jack Guez/AFP
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O presidente Joe Biden anunciou nesta sexta-feira 1º que os Estados Unidos participarão “nos próximos dias” do lançamento aéreo de ajuda humanitária sobre Gaza, cujos habitantes sofrem com uma grave escassez de alimentos, água e medicamentos.

“Precisamos fazer mais, e os Estados Unidos farão mais”, disse Biden a jornalistas na Casa Branca no início de uma reunião com a chefe de governo italiana, Giorgia Meloni.

“Nos próximos dias, nos juntaremos aos nossos amigos na Jordânia e em outros lugares para lançamentos aéreos de alimentos e outros bens”, disse Biden no Salão Oval.

Os Estados Unidos também considerarão a “possibilidade de um corredor marítimo” para entregar grandes quantidades de ajuda ao território palestino, acrescentou.

Ele também disse que “insistirá” para que Israel permita a entrada de mais caminhões de ajuda em Gaza, devastada pelo conflito e onde a ONU alertou para um risco de “fome quase inevitável” no norte da Faixa de Gaza.

A guerra começou em 7 de outubro, quando comandos do grupo islamista Hamas mataram cerca de 1.160 pessoas, a maioria civis, e sequestraram cerca de 250 no sul de Israel, segundo um levantamento da AFP com base em dados israelenses.

Em resposta, Israel lançou uma operação aérea e terrestre para “aniquilar” o Hamas, também classificado pelos Estados Unidos e pela UE como organização “terrorista”. Isso resultou em mais de 30.000 mortes, segundo o grupo palestino que governa o território.

“Não há desculpas, porque a verdade é que a ajuda que flui para Gaza não é suficiente. Vidas inocentes e vidas de crianças estão em jogo”, acrescentou Biden.

O presidente dos Estados Unidos, de 81 anos, teve um novo lapso em suas declarações e disse duas vezes Ucrânia em vez de Gaza.

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