Justiça
Três novos ministros do STJ são nomeados por Lula
Vagas a serem preenchidas são referentes às aposentadorias dos ministros Felix Fischer e Jorge Mussi e pela morte de Paulo de Tarso Sanseverino
Após serem aprovados pelo Senado no último dia 25, os três nomes de Lula (PT) para o Superior Tribunal de Justiça foram nomeados. Os novos ministros foram oficializados na edição extra desta sexta-feira 10 do Diário Oficial da União.
A expectativa é que Daniela Teixeira, Teodoro Silva Santos e José Afrânio Vilela tomem posse no dia 22 de novembro.
As vagas a serem preenchidas são referentes às aposentadorias dos ministros Felix Fischer e Jorge Mussi. A terceira cadeira será ocupada em decorrência da morte de Paulo de Tarso Sanseverino, em abril deste ano.
O STJ é composto por 33 ministros: um terço deve ser escolhido entre desembargadores federais, um terço entre desembargadores de Justiça e um terço entre advogados e membros do Ministério Público.
Conheça os novos ministros do STJ
- Daniela Teixeira
A advogada de 51 anos foi indicada por Lula para ocupar a vaga destinada a membros da OAB. Ela é de Brasília e já ocupou a vice-presidência da entidade de classe. A sua formação é focada em direito empresarial. Ela foi a mais votada em uma lista de seis membros apresentada pela OAB ao presidente. No STJ, Daniela substituirá o ministro Felix Fischer, que se aposentou.
- Teodoro Silva
A indicação de Teodoro Silva preenche uma das vagas destinadas aos membros dos tribunais de Justiça dos estados. Ele é desembargador no Ceará e já ocupou o cargo de corregedor-geral no estado. Também trabalha como professor universitário. Aos 65 anos, chega ao STJ no lugar de Jorge Mussi, que se aposentou. Silva integrava a lista de quatro nomes apresentados pelo STJ a Lula.
- José Afrânio Vilela
Para ocupar uma vaga dos tribunais estaduais aberta pela morte de Paulo de Tarso Sanseverino, em abril, Lula optou pelo desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais José Afrânio Vilela. Aos 62 anos, ele também integrava a lista de quatro nomes apresentados pelo STJ ao petista.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
STJ adia mais uma vez o julgamento que pode restabelecer condenação de Ustra
Por CartaCapital
STJ nega novo recurso de Aras em ação contra repórter de CartaCapital
Por Marina Verenicz


