CartaExpressa

A solução do Republicanos para ocupar um ministério sem aderir ao governo

Nos próximos dias, o deputado Silvio Costa Filho (PE) deve ser confirmado na Esplanada de Lula

A solução do Republicanos para ocupar um ministério sem aderir ao governo
A solução do Republicanos para ocupar um ministério sem aderir ao governo
O presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira. Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
Apoie Siga-nos no

O presidente do Republicanos, o deputado federal Marcos Pereira (SP), afirmou a CartaCapital que o partido seguirá independente mesmo se um de seus filiados se tornar ministro do governo Lula.

Nos próximos dias, o deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) deve ser confirmado em uma pasta – neste momento, a tendência é que ele assuma Portos e Aeroportos, hoje sob o comando de Márcio França (PSB).

Segundo Pereira, Costa Filho terá de se licenciar do partido caso ganhe um cargo no governo. Trata-se de uma forma de evitar um racha no Republicanos, legenda que abriga, entre outros bolsonaristas, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

Outra mudança a ser confirmada por Lula é o ingresso de André Fufuca (PP-MA) no governo. Ele pode assumir uma versão desidratada do Desenvolvimento Social, atualmente chefiado pelo petista Wellington Dias, ou um ministério a ser criado e ligado à área social. Na terça-feira 29, Lula também anunciou o Ministério da Micro e da Pequena Empresa, que pode ser a nova casa de Márcio França.

O PP ainda deve ganhar o comando da Caixa Econômica Federal. No lugar de Rita Serrano, a tendência é assumir Margarete Coelho, aliada do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , , , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo