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Oficial de segurança ucraniano reivindica ataque em Moscou e na Crimeia

O ataque ucraniano acontece poucos dias depois de o País sofrer uma ofensiva russa que danificou a catedral de Odessa, considerada pela Unesco como patrimônio da humanidade

Oficial de segurança ucraniano reivindica ataque em Moscou e na Crimeia
Oficial de segurança ucraniano reivindica ataque em Moscou e na Crimeia
Uma visão de um centro de negócios danificado na rua Likhacheva após um ataque de drone relatado em Moscou em 24 de julho de 2023. Foto: STRINGER / AFP
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Um oficial de segurança ucraniano reivindicou a responsabilidade de Kiev pelos ataques de drones que atingiram a capital russa de Moscou e a Crimeia nesta segunda-feira 24.

“Drones atacaram a capital e a Crimeia à noite. A guerra eletrônica e a defesa aérea estão se tornando cada vez menos capazes de proteger os céus dos ocupantes”, disse Mykhailo Fedorov, ministro ucraniano de transformação digital, em um post do Telegram.

“Aconteça o que acontecer, haverá mais disso”, acrescentou.

O Ministério de Fedorov está encarregado da iniciativa ucraniana “Exército de Drones”, o plano de aquisição de drones do governo.

O Ministério da Defesa da Rússia apontou que 17 drones foram lançados em direção à Crimeia durante a noite e que um depósito de munição russo foi atingido pelo ‘ataque terrorista’. A península foi anexada pelas forças russas em 2014 em uma ofensiva semelhante ao conflito atual.

Ja na Rússia, drones ucranianos atingiram dois prédios não residenciais em Moscou nas primeiras horas da manhã de segunda e foram “suprimidos” pelas defesas locais, disseram autoridades russas, descrevendo o incidente como um ataque “frustrado”.

Guindastes e trabalhadores fecham as janelas da Catedral da Transfiguração danificada como resultado de um ataque de míssil em Odesa em 23 de julho.
Foto: Oleksandr GIMANOV / AFP

O ataque ucraniano acontece poucos dias depois de o País sofrer uma ofensiva russa que danificou a catedral de Odessa, considerada pela Unesco como patrimônio da humanidade. Após o episódio, o presidente Volodymyr Zelensky prometeu represálias.

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