CartaExpressa

Lira admite que pressão de governadores pode alterar o texto da Reforma Tributária

O presidente da Câmara não fixou uma data para a votação. Líder do governo quer aprovar a matéria na quinta

Lira admite que pressão de governadores pode alterar o texto da Reforma Tributária
Lira admite que pressão de governadores pode alterar o texto da Reforma Tributária
Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira. Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Apoie Siga-nos no

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta segunda-feira 3 que o texto da Reforma Tributária ainda pode sofrer alterações até a votação em plenário. A pressão de governadores pode levar a mudanças no parecer do relator, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

Lira também declarou que a matéria só entrará em votação “quando houver quórum suficiente” e não fixou uma data. No domingo 3, ele se comprometeu com a análise no plenário até a próxima sexta-feira 7.

Não há paixão pelo texto. Alguns governadores estão com o pleito de que possam fazer a arrecadação dos impostos e, posteriormente, a sua repartição. Acho que o relator Aguinaldo não tem problemas em fazer mudanças, com segurança jurídica, que tragam mais votos”, disse Lira. “Não se trata de uma guerra entre governistas e oposição. Precisamos primeiro ter um resultado de placar dos partidos, de como bancadas estão. Importante que as bancadas façam discussão, que governadores venham a Brasília.”

Já o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), conta com a votação da Reforma Tributária na quinta 6. Isso seria possível, segundo ele, porque os projetos de lei sobre as mudanças no Carf e sobre o novo arcabouço fiscal já estariam “pacificados”, o que facilitaria a aprovação de ambos na terça 4.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo