Esporte
CBF define punição para casos de racismo no futebol; clubes podem perder pontos
A ideia de incluir sanções específicas contra episódios de racismo partiu do presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues
O Conselho Técnico da Confederação Brasileira de Futebol anunciou, durante reunião nesta terça-feira 14, a adoção de punições mais severas em casos de racismo em competições brasileiras. A entidade deve divulgar nos próximos dias os detalhes da legislação.
Com a regra, clubes estão sujeitos a três tipos de penalidades, a depender da reincidência: multa de cerca de 500 mil reais; perda do mando de campo ou obrigação de jogar sem presença de torcida; e até perda de pontos na competição.
A ideia de incluir sanções específicas contra episódios de racismo partiu do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues. Segundo ele, a punição esportiva contribuirá com a conscientização de todos os envolvidos no futebol, incluindo torcedores.
Atualmente, não existe um tratamento específico para casos de racismo no Regulamento Geral de Competições da CBF, apenas uma menção a diversas formas de discriminação – as penalidades para estes casos são voltadas às condutas individuais de integrantes do clube.
O regulamento anunciado nesta terça vale para todos campeonatos organizados pela CBF, entre eles o Brasileirão, a Copa do Brasil e a Supercopa do Brasil.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Lewandowski suspende ação da Lava Jato sobre doações ao Instituto Lula
Por CartaCapital
Gilmar Mendes diz ter sido questionado por Villas Bôas sobre ‘papel moderador’ das Forças Armadas
Por CartaCapital



