Justiça

Pacheco confirma que indicados ao STJ só passarão por sabatina após as eleições

Se aprovados, Messod Azulay e Paulo Sérgio Domingues substituirão Napoleão Nunes Maia Filho e Nefi Cordeiro, já aposentados

Pacheco confirma que indicados ao STJ só passarão por sabatina após as eleições
Pacheco confirma que indicados ao STJ só passarão por sabatina após as eleições
Messod Azulay e Paulo Sérgio Domingues Fotos: Divulgação
Apoie Siga-nos no

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, confirmou nesta terça-feira 2 que a Casa só votará depois das eleições as indicações de Jair Bolsonaro (PL) ao Superior Tribunal de Justiça.

Antes da votação em plenário, o Senado promoverá uma sabatina com Messod Azulay, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, e Paulo Sérgio Domingues, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região.

Se aprovados, Azulay e Domingues substituirão os ministros Napoleão Nunes Maia Filho e Nefi Cordeiro, já aposentados do STJ.

“O Senado Federal realizará sessões semipresenciais, nos meses de agosto e setembro, para apreciação de Medidas Provisórias e Projetos de Lei sugeridos pelas bancadas”, escreveu Pacheco nas redes sociais. “Já as sessões presenciais, em regime de esforço concentrado para apreciação de autoridades, conforme decisão da maioria dos líderes, ficarão para o período imediatamente após as eleições de 2 de outubro, para se garantir quórum qualificado.”

O órgão responsável por sabatinar os indicados é a Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Depois, o plenário promoverá uma votação secreta. O presidente da CCJ é o senador Davi Alcolumbre (União-AP), responsável por agendar uma data no colegiado para as sabatinas.

Em 2021, Alcolumbre provocou polêmica ao segurar por quatro meses a sabatina de André Mendonça, indicado por Bolsonaro para ocupar a vaga de Marco Aurélio Mello no Supremo Tribunal Federal.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo