CartaExpressa

Apoio a Tebet depende de acordo em três estados, diz o presidente do PSDB

‘Só vai ter sentido formalizarmos a reunião da executiva quando essa construção política e programática estiver consolidada’, afirma Bruno Araújo

Apoio a Tebet depende de acordo em três estados, diz o presidente do PSDB
Apoio a Tebet depende de acordo em três estados, diz o presidente do PSDB
O presidente do PSDB, Bruno Araújo. Foto: Divulgação
Apoie Siga-nos no

O presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, condicionou o apoio do partido a Simone Tebet (MDB) a um acordo em três estados. A aliança entre tucanos e emedebistas não se deu automaticamente após a desistência de João Doria, na última segunda-feira 23.

Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo nesta quarta 25, Araújo mencionou “três pilares” para sacramentar o apoio a Tebet, um dos quais já superado: a confirmação, pela Executiva do MDB, da pré-candidatura.

Os outros pontos necessários são, segundo o presidente tucano, o programa de governo construído em conjunto por PSDB, MDB e Cidadania e “a reciprocidade nos palanques regionais que são fundamentais para o PSDB”.

“O Rio Grande do Sul, onde a liderança de Eduardo Leite é fundamental na eleição estadual. A parceria com o MDB é vista por nós como sendo fundamental. Isso se repete no Mato Grosso do Sul, estado da senadora Simone Tebet e governado pelo PSDB. Não nos parece coerente que não haja essa unidade. E Raquel Lyra em Pernambuco, que é uma das apostas nossa desta renovação de lideranças do PSDB.”

Para Bruno Araújo, os três estados “são fundamentais para avançarmos nessa construção”.

“Só vai ter sentido formalizarmos a reunião da executiva quando essa construção política e programática estiver consolidada.”

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo