CartaExpressa

Atrás nas pesquisas para o Senado, Janaina admite: ‘Perspectivas não são boas’

Pré-candidata tem 5% das intenções de voto, segundo a Quaest, e ocupa a sexta colocação: ‘Os riscos de Perda Total são reais! Estou profundamente preocupada’

Atrás nas pesquisas para o Senado, Janaina admite: ‘Perspectivas não são boas’
Atrás nas pesquisas para o Senado, Janaina admite: ‘Perspectivas não são boas’
Foto: Sérgio Galdino/Alesp
Apoie Siga-nos no

A deputada estadual e pré-candidata ao Senado Janaina Paschoal (PRTB-SP) reagiu nesta quinta-feira 12 à pesquisa da consultoria Quaest que a coloca com apenas 5% das intenções de voto, na sexta posição.

De acordo com o levantamento, a parlamentar está atrás de José Luiz Datena (PSC), que tem 28%, Sergio Moro (União Brasil), com 16%, Márcio França (PSB), com 11%, e Marina Silva (Rede) e Paulo Skaf (Republicanos), com 10% cada.

De acordo com a deputada, “as perspectivas para a direita não estão boas”. Em uma série de publicações no Twitter, Janaina argumenta que o recado das pesquisas não é só para ela.

“A esquerda vem liderando todos os cenários no âmbito federal,  estadual, no Executivo e no Legislativo” escreveu a deputada. “Peço aos pré-candidatos da direita que desçam do salto. Os riscos de Perda Total são reais! Estou profundamente preocupada”.

Janaina também comentou o cenário que aponta para a liderança do ex-prefeito Fernando Haddad (PT) na disputa para o governo do estado. O petista tem 30% contra 13% do segundo colocado, o ex-governador Márcio França (PSB).

“Percebem que, em São Paulo, os dois pré-candidatos ao governo disparados na frente estão com Lula? Haddad e França são candidatos de Lula”, constatou. “Podemos ter um segundo turno entre Lula e Lula, em São Paulo! Acordem, enquanto há tempo! Já nem sei se há!”.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo