CartaExpressa

Queiroga defende terceira dose da vacina e critica ‘ansiedade’ pela quarta

Declaração foi dada após o governador João Doria afirmar que o estado vai aplicar a quarta dose mesmo sem o consentimento do ministério da Saúde

Queiroga defende terceira dose da vacina e critica ‘ansiedade’ pela quarta
Queiroga defende terceira dose da vacina e critica ‘ansiedade’ pela quarta
(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Apoie Siga-nos no

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defendeu nesta quinta-feira 10 a aplicação da terceira dose contra a Covid-19, ‘que é o que vai fazer a diferença’ e criticou o que chamou de ‘ansiedade’ pela quarta dose da vacina.

“É fundamental avançarmos na dose de reforço. É isso que vai fazer a diferença. O Brasil tem uma cobertura por volta de 30% [da população] com a dose de reforço, e nós precisamos ampliar”, disse.

“Essa ansiedade em querer aplicar a quarta dose sem evidência científica também não ajuda no enfrentamento à pandemia. É fundamental avançarmos na dose de reforço (terceira dose). Tenho dito e reitero”, acrescentou.

Na quarta-feira 9, o governador de São Paulo, Joao Doria (PSDB), afirmou que o estado vai aplicar a quarta dose da vacina contra a Covid-19 independente de aprovação do Ministério da Saúde, o que não agradou ao ministro da saúde, que ainda disse:

“Quando se faz algo em dissonância com o que o Ministério da Saúde recomenda, nós não temos compromisso de entregar doses”, pontuou o ministro que afirmou que Retomando quando houver evidência científica suficiente para que a quarta dose seja feita na população acima de 18 anos, o grupo técnico [do Ministério da Saúde] vai orientar e que a pasta  “não tem o intuito” de tomar uma posição contrária ao que for decidido pelo grupo.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo