CartaExpressa
Witzel vira réu na Justiça Federal acusado de promover desvios na saúde
Em depoimento à CPI da Covid, o ex-governador do Rio de Janeiro disse que não era acusado de improbidade administrativa
O ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), se tornou réu por ação criminosa, acusado de promover desvios na área da saúde. A decisão desta quarta-feira 16 da Justiça Federal é da juíza Caroline Figueiredo, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio. Witzel foi alvo de quatro denúncias feitas pela Procuradoria Geral da República.
Além do ex-governador também se tornam réus a sua esposa, Helena, o ex-secretário de Desenvolvimento Econômico, Lucas Tristão, o ex-secretário de Saúde Edmar Santos, e Pastor Everaldo, presidente do PSC. A decisão é da juíza Caroline Figueiredo, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio.
De acordo com a PGR, os desvios ocorreram pela contratação irregular de organizações para a área da saúde.
Nesta quarta-feira, em depoimento à CPI da Covid, Wilson Witzel disse que não era acusado de improbidade administrativa. O ex-governador interrompeu o seu depoimento ao pedir para se retirar da sessão e afirmou que pediu à comissão uma nova oitiva, desta vez reservada, sob ‘segredo de justiça’.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Renan diz que depoimento de Witzel marcou reencontro da CPI com a milícia
Por CartaCapital
Witzel pede nova sessão, ‘sob segredo de justiça’, à CPI da Covid
Por Leonardo Miazzo



