CartaExpressa

‘A minha tarefa é necessariamente derrotar o PT no primeiro turno’, diz Ciro Gomes

Segundo o ex-ministro, quem for ao segundo turno contra Bolsonaro tende a vencer, ‘mas o menos capaz disso é o PT’

‘A minha tarefa é necessariamente derrotar o PT no primeiro turno’, diz Ciro Gomes
‘A minha tarefa é necessariamente derrotar o PT no primeiro turno’, diz Ciro Gomes
Foto: José Cruz/Agência Brasil 'Temos uma liderança, Ciro Gomes, que já desponta nas pesquisas presidenciais como um dos adversários mais competitivos do atual presidente'. Foto: José Cruz/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

O ex-ministro Ciro Gomes, provável candidato à Presidência em 2022 pelo PDT, afirmou neste sábado 27 que pretende construir uma aliança em torno de seu nome, com “forças que me são diferentes”.

“Quero sinalizar minha vontade de alargar o diálogo, porque o Brasil necessita de um novo consenso. E aí aparece o DEM, com todas as suas contradições internas e comigo, e o PSD, com contradições mais comigo do que internas. E daí? Quero que isso seja feito à luz do dia, de forma transparente”, declarou Ciro em entrevista à Folha de S.Paulo.

O diálogo com o PT, no entanto, não prosperou. “Nesse quadro de hiperfragmentação, quem for contra o Bolsonaro no segundo turno tem tendência de ganhar a eleição. O menos capaz disso é o PT. Por isso, a minha tarefa é necessariamente derrotar o PT no primeiro turno”.

Segundo ele, o ex-presidente Lula “escolheu” Fernando Haddad mais uma vez como candidato ao Planalto “porque porque não fará sombra a ele nem hoje nem jamais. Ou seja, quer replicar a escolha da Dilma [Rousseff].”

Ciro também reforçou sua “adversidade intransponível com o lulopetismo, que é diferente dos outros ‘PTs’ que eu conheço”.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo