Saúde

Covid: sem dados de dois estados, Brasil registra 962 mortes em 24h

Média móvel de mortes nos últimos sete dias é de 867; País rompe a barreira dos 8 milhões de casos confirmados, segundo o Conass

Covid: sem dados de dois estados, Brasil registra 962 mortes em 24h
Covid: sem dados de dois estados, Brasil registra 962 mortes em 24h
Região central da cidade de São Paulo no fim de 2020. Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas
Apoie Siga-nos no

Um dia depois de ultrapassar a marca das 200 mil mortes por Covid-19, o Brasil registra nesta sexta-feira 8 201.460 óbitos desde o início da pandemia. Nas últimas 24 horas, sem os dados do Paraná e do Amazonas, foram 962, segundo o Conselho Nacional de Secretários de Saúde.

Entre quinta e sexta-feira, o País contabilizou 52.035 novos casos da doença. Com isso, o total de infectados chega a 8.013.708.

São Paulo, o estado com os números mais elevados, tem 1.528.952 casos confirmados e 48.029 mortes.

Nesta sexta, diante da alta nos números da Covid-19, o governo paulista atualizou o Plano SP e endureceu os critérios para que regiões avancem à fase verde, a menos restritiva. A gestão João Doria, no entanto, manteve a capital na fase amarela, a segunda com menos restrições.

O segundo estado mais impactado em números absolutos é o Rio de Janeiro, com 26.480 mortes, seguido por Minas Gerais (12.469), Ceará (10.122), Pernambuco (9.789) e Bahia (9.364).

Os dados indicam tendência de aceleração da Covid-19 no Brasil. A média móvel de mortes nos últimos sete dias é de 867. Há um mês, em 8 de dezembro, era de 620.

Já a média móvel de casos nos últimos sete dias é de 45.002, ante 41.173 há um mês.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo