Salário estagnado para todos e menor para mulheres e negros. Por quê?

No ‘Poder em Pauta’ da semana, André Barrocal entrevista Luciana Servo, presidente do Ipea

Na semana de outro 1º de Maio, o Dia do Trabalhador, uma constatação: o salário médio no Brasil é o mesmo há uma década. De janeiro de 2014 a dezembro de 2023, oscilou entre 2,8 mil e 3,1 mil por mês, segundo dados do IBGE. Nesse mesmo período, a inflação foi de 76%, a gasolina subiu 90%, os alimentos, 97% e a conta de luz, 134%. Uma situação pior para mulheres e negros. Elas ganham o equivalente a 80% do contracheque de um homem, enquanto os negros recebem o equivalente a 60% do holerite de um branco. O desemprego também tem efeito pior por gênero e raça. Do total de pessoas sem ocupação, 65% são negros (pretos e pardos compõem 55% da população) e 53%, mulheres (elas são 51,5% da população). Sobre esses assuntos, o repórter André Barrocal entrevista Luciana Servo, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Cacá Melo

Cacá Melo
Produtor audiovisual em CartaCapital

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