Rotas sul-americanas são o futuro do comércio entre Brasil e China

No ‘Poder em Pauta’ da semana, André Barrocal entrevista Simone Tebet, ministra do Planejamento

O presidente Lula viajou nesta semana para a China, onde terá compromissos nos dias 12 e 13 de maio. Ele vai participar em Pequim de um Fórum entre a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e a China e de uma reunião bilateral com o líder chinês, Xi Jinping. A viagem ocorre em meio à guerra comercial deflagrada por Donald Trump contra a China, embora o conflito tenha arrefecido em razão de recuos do governo americano. Ocorre também ao mesmo tempo em que o Brasil leva adiante projetos de integração física e logística na América do Sul, os quais, no fim das contas, vão ajudar no comércio da região com a Ásia. São as chamadas Rotas de Integração, prometidas para saírem do papel, ainda que em parte, até o fim do atual mandato de Lula. Qual é a situação atual desses projetos? A viagem de Lula à China trará novidades sobre essa integração? Sobre esses assuntos, o repórter André Barrocal entrevista Simone Tebet, ministra do Planejamento.

Cacá Melo

Cacá Melo
Produtor audiovisual em CartaCapital

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