Os planos da Casa Branca para a Groenlândia
Colonizada desde o século XVII pela Dinamarca, a Groenlândia entra nas pretensões imperiais norte-americanas a partir de meados dos anos 1800
A obsessão de Washington pela Groenlândia não começou com Donald Trump: desde os planos de anexação no século XIX às bases militares da Guerra Fria, a ilha dinamarquesa ocupa um lugar central nos planos estratégicos dos Estados Unidos. Neste novo episódio do “De Cabeça para Baixo”, Jamil Chade revisita a história pouco conhecida de um território que virou peça-chave em disputas globais, marcada tanto por projetos imperiais quanto pela resistência de um povo que, agora, reivindica seu próprio futuro.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.



