O terrorismo de Netanyahu

Reginaldo Nasser comenta os possíveis motivos por trás do ataque israelense a um comboio de ajuda humanitária em Gaza

A ofensiva israelense contra a Faixa de Gaza completa 180 dias, sem previsão de término. Mais de 32 mil palestinos já morreram desde o dia 7 de outubro. A população civil enfrenta graves problemas de saneamento, falta de medicamentos, água e comida devido ao bloqueio de Israel. Em meio a isso, o exército israelense realiza ataques contra os trabalhadores responsáveis pela distribuição de ajuda humanitária internacional: nesta segunda-feira, um bombardeio matou sete funcionários da World Central Kitchen, ONG norte-americana que distribui alimentos na região do conflito. Para Reginaldo Nasser, professor de relações internacionais da PUC-SP, trata-se de um episódio de terrorismo por parte do governo de Benjamin Netanyahu, com o objetivo de dissuadir, pelo uso da violência, o envio de auxílio à população palestina.

Cacá Melo

Cacá Melo
Produtor audiovisual em CartaCapital

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.