O futuro da Síria após a queda relâmpago de Assad

Reginaldo Nasser analisa os motivos que levaram à queda do regime na Síria e as possibilidades de retomada do conflito no país

Neste fim de semana, as cinco décadas de domínio da família Assad na Síria chegou ao fim, com a tomada da capital Damasco por forças rebeldes — o ponto alto de um processo que tem início em 2011, com os protestos da Primavera Árabe. A derrubada do governo de Bashar al-Assad, entretanto, não significa o fim da guerra civil na Síria nem o encerramento da crise de refugiados: o país se mostra fragmentado e os diversos grupos rivais podem iniciar uma nova disputa pelo poder. Saiba mais na análise de Reginaldo Nasser, professor de Relações Internacionais da PUC-SP.

Cacá Melo

Cacá Melo
Produtor audiovisual em CartaCapital

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