Medalhas para bajular tiranos
No episódio desta semana do podcast ‘De Cabeça para Baixo’, Jamil Chade conta como, na década de 1930, o futebol e as olimpíadas serviram como ferramenta de propaganda para dois ditadores
Nesta semana, durante o sorteio dos grupos da Copa de 2026, a Fifa viveu um de seus momentos mais vergonhosos: Gianni Infantino, presidente da entidade, criou um prêmio para bajular Donald Trump. Mas essa não foi a primeira vez que o esporte mundial se curvou a regimes autoritários. Mas essa bajulação a autocratas não é novidade — nem exclusividade do futebol.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
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