LGBT+s batem recorde nas urnas, mas o desafio da representatividade persiste
No ‘Direto das Eleições’, CartaCapital recebe Amanda Paschoal (PSOL-SP) vereadora trans eleita e a quinta mais votada na cidade de São Paulo
O Brasil chegou ao maior número de eleitos LGBT+ da história: 225 em 190 municípios. Em comparação, no entanto, o cenário ainda reforça uma forte ausência de figuras da sigla na política: com 5570 municípios no país, o total de cadeiras ocupadas representa apenas 3,5% do território nacional. Parece impressionante, até você lembrar que o país tem 5570 cidades e a ocupação de cadeiras LGBT+ cobre míseros 3,5% do território. Em outras palavras, um avanço inegável, mas longe de ser a revolução arco-íris que tanto se esperava. Para comentar o avanço de candidaturas LGBT+ na política, a nova Câmara em 2025 e o caminho a seguir para as eleições em 2026, CartaCapital recebe Amanda Paschoal (PSOL-SP), vereadora trans eleita e a quinta mais votada na cidade de São Paulo — cidade que também elegeu, como mais votado, um vereador abertamente transfóbico.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



