Irã: repressão, queda de regime ou guerra civil?

Reginaldo Nasser, professor de Relações Internacionais, comenta a nova onda de protestos no Irã

Um levantamento da ONG Human Rights Watch aponta que ao menos 648 manifestantes morreram desde o fim de dezembro nos protestos no Irã. As mobilizações, duramente reprimidas pelas forças de segurança da República Islâmica, tiveram como estopim a inflação recorde e unem diversos grupos, entre reformistas seculares, monarquistas e aqueles que, simplesmente, desejam o fim do regime do aiatolá Khamenei. Qual é a extensão do envolvimento de Israel e dos Estados Unidos no incentivo aos protestos? E o que poderá acontecer no país, um dos maiores produtores de petróleo do mundo? Saiba mais na análise de Reginaldo Nasser, professor de Relações Internacionais, no canal de CartaCapital no YouTube.

Cacá Melo

Cacá Melo
Produtor audiovisual em CartaCapital

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.