Brasil 200 anos: Desigualdade e presidente vergonhosos

André Barrocal entrevist o sociólogo Jessé Souza no ‘Poder em Pauta’

A comemoração do bicentenário da independência brasileira será lembrada no futuro pela mediocridade do presidente da República. Jair Bolsonaro usou o desfile militar em Brasília como mero palanque em busca da reeleição. No discurso a apoiadores, não se ouviu dele nada a respeito de nossas mazelas, nossa dívida social, nada sobre sonhos de um país melhor para a população. Com uma elite dirigente desse tipo, não é à toa que o Brasil ocupa um lugar vergonhoso no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), cuja nova versão foi divulgada pelo PNUD, o Programa das Nações Unidas (ONU) para o Desenvolvimento, um dia após o 7 de Setembro. Estamos em 87º lugar, numa lista de 191 países, graças a indicadores como expectativa de vida, tempo de estudo e, principalmente, distribuição de renda. A posição é resultado de mais de três séculos de escravidão e de concentração da renda nacional. Sobre esses assuntos, o repórter André Barrocal entrevista AO VIVO Jessé Souza, sociólogo autor do livro “A elite do atraso” e do recém lançado “A herança do golpe”.

Cacá Melo

Cacá Melo
Produtor audiovisual em CartaCapital

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